Peça teatral terá sessão especial para surdos

Posted by admin | Notícias | quinta-feira 25 junho 2009 9:24 am

No dia 27/6, está programada uma apresentação especial do espetáculo A Loira do Banheiro e outras lendas urbanas, em cartaz no Studio 184 (praça Roosevelt, Centro). Ás 23h59, a sessão terá uma intérprete de libras e será voltada para o público surdo, alunos e funcionários da Derdic (que pagará meia entrada). Caio Locci, funcionário da Derdic, é um dos atores da peça.

Inspirada nas histórias em quadrinhos e filmes de terror, A Loira do Banheiro e outras lendas urbanas, encenada pela Cia. Teatral Amigos do Almeida, mostra tramas entre o fantástico e o absurdo. Um mendigo é o narrador das chamadas “lendas urbanas” que tanto intrigam os interlocutores. O valor da entrada é de R$ 20 (meia: R$ 10). A peça é indicada para maiores de 14 anos.

USP, Unesp e Unicamp vão aceitar só Novo Enem

Posted by admin | Notícias | terça-feira 23 junho 2009 2:07 pm

 Até o ano passado, o candidato que fizesse o vestibular para a USP, a Unesp ou a Unicamp poderia escolher entre usar a nota das questões objetivas de uma das duas últimas edições do Enem para compor 20% do desempenho da primeira fase –no caso da Unesp, com as atuais mudanças do exame, 10% da nota final.

Agora, se quiser a ajuda do Enem na primeira etapa do vestibular, o aluno vai ter que fazer a nova edição da prova.

A primeira decisão partiu da USP. Depois as outras duas estaduais também afirmaram que não aceitarão a pontuação das provas anteriores do Enem no vestibular de fim de ano.

A prova do novo Enem acontece nos dias 3 e 4 de outubro. As inscrições vão até 17 de julho, pelo site www.enem.inep. gov.br/inscricao.

Quase um milhão

Até as 18h da última sexta, 932 mil estudantes já haviam se inscrito para o novo Enem. A prova, realizada pelo Ministério da Educação, é gratuita para alunos da rede pública e tem taxa de R$ 35 para quem estuda em escola particular.

O uso do Enem no vestibular é opcional. A decisão das instituições estaduais paulistas se deve às mudanças que serão aplicadas no exame do MEC –ele vai passar a ter 180 questões de caráter mais aprofundado e será usado por várias universidades federais como etapa do processo seletivo.

Candidatos que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas também terão de fazer o novo Enem se quiserem a bonificação dada pela Fuvest. O bônus é de até 6% a mais, de acordo com a nota, em ambas as fases do vestibular da USP.

As três instituições estaduais de ensino afirmam que a decisão de não usar as notas das provas anteriores do Enem pode ser revista no próximo ano.

Fonte: Folha de S.Paulo

Bolsista tem nota igual ou maior que pagante

Posted by admin | Notícias | terça-feira 16 junho 2009 2:47 pm

Bolsistas do ProUni (Programa Universidade para Todos) mostraram desempenho igual ou superior ao de seus colegas no Enade –exame feito pelo Ministério da Educação que substituiu o Provão–, revela reportagem publicada na edição desta segunda-feira da Folha (a íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal ou do UOL).

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão ligado ao ministério, comparou a média desses estudantes com bolsa com as notas dos demais universitários do mesmo curso a pedido da Folha, como mostram os repórteres Antônio Gois e Denise Menchen.

O ProUni dá bolsas integrais ou parciais em instituições de ensino superior privadas para alunos com renda familiar per capita inferior a três salários mínimos.

“Muitos professores ficaram receosos de que os alunos [do ProUni] iriam diminuir o brilho acadêmico da universidade, o que se mostrou equivocado”, disse Célia Forghieri, assessora da Pró-Reitoria de Cultura e Relações Comunitárias da PUC-SP.

Fonte: Folha Online

Diploma é essencial para dar aulas; conheça cursos que formam professores

Posted by admin | Notícias | terça-feira 16 junho 2009 2:44 pm

Ter graduação em licenciatura é indispensável para quem quer dar aulas no ensino infantil, fundamental ou médio, segundo professores.

“É quase impossível ser contratado na rede pública ou em escolas particulares, hoje, sem formação universitária. Isso inclusive é orientado por lei desde 1996 [Lei de Diretrizes e Bases]“, diz a professora Iole de Freitas Druck, presidente da comissão interunidades dos cursos de licenciatura da USP.

Antigamente, para ser professor, bastava a formação de magistério (o chamado “curso normal”), equivalente ao ensino médio, com quatro anos de duração. “As escolas normais estão sendo extintas, após crescer a cobrança pelo diploma. No Estado de São Paulo, por exemplo, ninguém aceita só a formação de magistério”, afirma Neide Noffs, professora de educação da PUC-SP.

A duração da licenciatura é de no mínimo três anos. Ela forma professores em determinadas áreas do conhecimento (em geografia, por exemplo) e cobra disciplinas como didática e psicologia educacional.

Também é obrigatório fazer estágio em escolas e cumprir atividades práticas, como projetos de gestão em colégios.

Vestibulares

Os vestibulares para os cursos de licenciatura, em geral, são separados dos bacharelados, mas cada instituição de ensino tem uma regra. Na USP, o candidato a cursos de matemática e física deve optar por licenciatura ou bacharelado na hora da inscrição.

Já quem escolhe química só vai optar entre bacharelado ou licenciatura no terceiro ano do curso, após seguir disciplinas comuns às duas graduações.

No caso dos cursos dados pela FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), como história, quem optar por licenciatura tem obrigatoriamente que cursar o bacharelado (não é necessário fazer um segundo vestibular).

“A licenciatura exige formação integral, não pode ser vista como um “apêndice” do bacharelado”, diz a professora Neide.

Antes de 2002, ano em que o Conselho Nacional de Educação lançou as diretrizes que reformularam as licenciaturas no país, era comum a situação de “apêndice”. Muitas universidades davam diploma nas duas graduações com só quatro anos de curso, três de bacharelado e um de licenciatura.

“Os docentes eram formados com uma “pincelada” das aulas necessárias para a profissão, o que era ruim”, ressalta Sabrina Moehlecke, professora de educação da UFRJ.

Foi buscando o conteúdo e a formação de um curso universitário que Luciana Alves da Costa, 29, fez licenciatura em letras na USP. Ela havia se formado no magistério em 1998.

“Acho que a profissão exige um olhar diferenciado e crítico, o que a universidade oferece.” Hoje, Luciana é professora de literatura e gramática no colégio Oswald de Andrade, na zona oeste de São Paulo.

Fonte: Rafael Sampaio da Folha de S.Paulo

Cursos inovadores registram maior crescimento

Posted by admin | Notícias | quarta-feira 3 junho 2009 12:33 pm

Historicamente os alunos brasileiros preferem seguir carreiras tradicionais, fato comprovado pela concentração da demanda em cursos como direito e administração. Mas, levantamento realizado pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) com base nos dados do Censo da Educação Superior 2007 mostra que as instituições que investiram em graduações ligadas às “profissões do futuro”, nas áreas de genética, meioambiente, sustentabilidade, midiática, alta tecnologia ou empreendedorismo conseguiram bons resultados. Principalmente entre os cursos superiores de tecnologia. (mais…)

Vestibular é mais simples em universidades privadas

Posted by admin | Notícias | quarta-feira 3 junho 2009 12:20 pm

Alunos em exame vestibular

Alunos em exame vestibular

Os vestibulares de faculdades particulares seguem orientação diferente das provas para ingresso em universidade pública, afirmam coordenadores de exames ouvidos pela Folha.

Segundo eles, o critério que deve nortear a Fuvest, a Unicamp e exames similares é o de filtrar a maior parte dos candidatos já na primeira fase, porque há milhares de inscritos.

“A prova da Fuvest é longa, porque há poucas vagas e o corte tem que ser grande. Na Metodista, a ideia é cobrar só uma fase, com menos questões. O exame é mais classificatório e menos eliminatório”, afirma Eduardo Stambassi, coordenador do vestibular da Metodista. (mais…)

Universidade treina professor para identificar esquizofrenia

Posted by admin | Notícias | quarta-feira 3 junho 2009 12:12 pm

Unifesp

Unifesp

A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) criou um programa em que médicos e outros profissionais da saúde vão até as escolas ensinar os professores a identificar alunos com suspeita de doenças psiquiátricas graves, como a esquizofrenia. O foco são estudantes entre 11 e 18 anos de 40 escolas públicas de São Paulo.

Depois de identificados, os alunos seguem para o Proesq (projeto de esquizofrenia da Unifesp) para confirmar o diagnóstico -que envolve entrevistas com os jovens e seus familiares e exames de neuroimagem. No momento, 300 estudantes da zona sul de São Paulo passam por avaliações. (mais…)

Alunos e docentes da USP fazem paralisação geral nesta terça

Posted by admin | Notícias | quarta-feira 3 junho 2009 12:06 pm

Faixa protesta contra o ingresso da Polícia Militar

Faixa protesta contra o ingresso da Polícia Militar

Um ato está marcado para começar as 10h em frente ao prédio da reitoria. O mês de maio é sempre complicado nas instituições, por ser o período de campanha salarial dos sindicatos, que se misturam a outras reivindicações.

Alunos e professores da USP (Universidade de São Paulo) marcaram para esta terça (2) uma paralisação geral em apoio à greve dos funcionários liderada pelo Sintusp e em defesa da pauta de reivindicações do Fórum das Seis, entidade que reúne representantes dos sindicatos das três universidades estaduais paulistas: USP, Unesp e Unicamp. 

Fonte: Agência Estado

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